sábado, 3 de dezembro de 2011

Filosofia e Ciência da Religião em destaque...

Augusto César Dias de Araujo - Doutorando em Ciência da Religião (UFJF/PPCIR)


Natural de Santos Dumont (MG), antiga Palmyra, nome que aprecia mais, Augusto Araujo é graduado em Filosofia (Licenciatura) mestre e doutorando em Ciência da Religião.
Ainda pequeno, sua família mudou-se para Barbacena (MG), sendo essa cidade a principal referência como "terra natal".  "Minha pátria, contudo, são as "Minhas Gerais, como gosto de chamar", revela Augusto.
Há seis anos foi adotado pelo Estado da Paraíba e pela Cidade de Campina Grande, onde encontrou um lugar para viver e amar... e para sentir saudade do seu pedaço de chão, nas Minas Gerais.
De hábitos pouco saudáveis... como ele próprio diz, "sedentário assumido" (esboçando um lindo sorriso), Augusto encontrou na leitura um de seus hobbies prediletos. Da Filosofia à literatura fantástica, passando pelas obras "sagradas" de diversas religiões, sua biblioteca é o retrato de uma inteligência ímpar.
Aficcionado por redes sociais, o filosofo mantém um Blog, divulgando as idéias que nascem das pesquisas que enriquecem sua tese.
Amante de bons filmes e da excelente música, encontra nas composições eruditas e na MPB as suas preferidas.
"Não sou muito sociável", expressa com firmeza o filosofo. "Não sou muito de festas e grandes eventos. Prefiro grupos pequenos de convívio, nos quais as pessoas realmente estejam interessadas em conversar e criar laços. Mas, amo meus (poucos e verdadeiros) amigos", realça.

Augusto falou ao Lindas Gerais, entre sorrisos e mostra do grande prazer que os estudos lhe causam...


Augusto, porque optou pelo curso de Filosofia?
Não sei ao certo. Acho que já nasci ligado à filosofia. Uma das primeiras lembranças que tenho em relação a isso é de um diálogo com meu irmão seis anos mais velho. Nessa lembrança eu pergunto a ele o que é filosofia, e ele me responde: - "É ficar perguntando o porquê das coisas". Daí em diante comecei a fazer esse tipo de perguntas, para o desespero de meu irmão e de meus pais (risos).
Mas nem sempre quis cursar filosofia. Como todo adolescente, quando chegou o momento de decidir o que fazer da vida, pensei em várias opções. Aos quinze anos desejei ser padre e fui viver num Seminário Franciscano em Santos Dumont (MG). Foi ali que cultivei uma relação genuína com a leitura. Até então, eu fora um leitor compulsivo. Lia absolutamente tudo que me parava nas mãos, compreendendo ou não. No convento, meu acesso a livros aumentou significativamente pois ali havia uma excelente biblioteca. A convivência com os frades e com os seminaristas mais velhos ajudou-me a estabelecer alguns critérios para a leitura. Em outras palavras: a vida no convento ensinou-me o que ler e, sobretudo, como ler com proveito. Sou muito grato por isso.
Quando resolvi abandonar a carreira eclesiástica cheguei a pensar em cursar Psicologia. No entanto, quando fui fazer a inscrição para o vestibular mudei completamente de ideia e me inscrevi para Filosofia. Nunca me arrependi dessa escolha.

Onde cursou Filosofia?
Fiz meu curso de Filosofia na antiga Fundação de Ensino Superior de São João del-Rei (FUNREI), hoje Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), entre 1998 e 2002.

Qual o impacto causado pela Filosofia em seu modo de ver a vida? 
Não saberia avaliar muito bem isso. Eu amadureci muito ao longo desses anos, desde o início de meu curso. Há alguns dias, instigado por um amigo, resolvi reler alguns trabalhos que escrevi durante a graduação. Fiquei em estado de choque! (risos). Como eu era arrogante! (risos). Acho que a Filosofia me ajudou a ser mais humilde. Não dessa humildade vazada pela dissimulação hipócrita das próprias qualidades. Mas, a humildade de me ver numa persperctiva mais próxima da realidade.
Além disso, creio, a Filosofia me capacita a ter um olhar mais crítico e agudo. O que, de fato, é um exercício cotidiano maravilhoso!

O que faz um Filósofo?
Essa pergunta é difícil! Mas, acho que em resumo poderíamos dizer que um filósofo é alguém que pergunta. Em parte, meu irmão tinha razão: um filósofo sempre pergunta "por que?". Contudo, não apenas isso: ele quer também saber "o que" as coisas são; e "como" elas se comportam.
Atualmente defendo que a Filosofia está mais interessada nas questões que podemos suscitar do que propriamente nas respostas. Isso porque respostas facilmente podem ser convertidas em visões dogmáticas. O questionar contínuo "quebra" esse aspecto "estático" do pensar, tornando-o "extático", algo que sempre vai além de si mesmo.

Quais os benefícios propiciados pela Filosofia em uma sociedade?
Outra pergunta difícil (risos). Veja bem, se você pergunta qual a utilidade da Filosofia a resposta curta é: nenhuma. Assim como a arte, a Filosofia não existe para cumprir nenhum papel específico. No entanto, o pensamento dos filósofos reverbera na vida social, influenciando-a. Em minha opinião, a Filosofia cria tendências de pensamento à medida que dialoga com a tradição da qual faz parte e intermedia a abertura de novas compreensões do mundo para o tempo presente.

Você é doutorando em Ciência da Religião. Porque essa opção?
Sim, fiz o mestrado e, agora, estou cursando o doutorado em Ciência da Religião pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Religião (PPCIR) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Durante toda a minha graduação já tinha em mente prosseguir os estudos com a pós-graduação. Na época eu considerei três opções: o mestrado em Filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro; o mestrado em Filosofia na Universidade Federal da Paraíba e o mestrado em Ciência da Religião na UFJF. Os dois primeiros programas estavam ligados à possibilidade de continuar meus estudos sobre o pensamento do filósofo alemão Martin Heidegger (1888-1976). Eu havia recebido ótimas recomendações sobre o mestrado da UFPB. E minha orientadora, a professora Glória Ribeiro (UFSJ), havia estudado na UFRJ e, por influência dela, cheguei a cogitar seriamente essa opção.
O mestrado em Ciência da Religião, contudo, era um sonho antigo. O problema da compreensão do fenômeno religioso sempre fora intrigante para mim. Quando eu fiz o exame de seleção para esse mestrado, na verdade, eu nem esperava ser aprovado. Meu projeto tinha relação com pensamento de Heidegger, e achei que eles não estariam interessados em minha proposta de pesquisa. Contudo, me enganei. O projeto foi muito bem aceito e consegui a aprovação.  Fiquei tão entusiasmado com a possibilidade que nem mesmo fiz os demais processos seletivos! Foi assim que entrei para essa área específica. E, em 2004, me formei mestre em Ciência da Religião, na linha específica de Filosofia da Religião.
O doutorado, de certa forma, é a continuação natural dessa escolha feita em 2002.
Augusto Araujo durante a abertura do IV Fórum do Livre Pensar Espírita em João Pessoa (PB)

Qual a linha seguida para a construção da sua tese?
Para o doutorado fiz, conscientemente, uma modificação nos rumos de minhas pesquisas. Deixei o âmbito da pesquisa ligada diretamente à Filosofia da Religião e ao estudo do pensamento de Heidegger, e tenho me dedicado ao estudo do que chamo de "textos-fonte" dos movimentos religiosos. Minha atual pesquisa se centra na obra espírita do pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), mais conhecido como Allan Kardec.
Este autor é considerado o fundador do Espiritismo, e sua obra constitui-se como núcleo simbólico em torno do qual se cunham as identidades dos diversos modos de ser espírita. Pouca gente sabe - eu, ao menos, desconhecia o fato - que o Espiritismo é uma religião com múltiplas expressões (há inclusive espíritas que dizem que o Espiritismo, tal como concebido por Kardec, não é uma religião). O que há em comum a esses diversos modos de ser espírita é a eleição da obra kardeciana como a principal - mas não única - referência doutrinária. É exatamente isso que converte, a meu ver, essa obra em "texto-fonte" dos diversos Espiritismos que hoje vicejam, principalmente no Brasil.
Bem, minha pesquisa se limita à investigação de três conceitos recorrentes na obra kardeciana; ciência, filosofia e religião e em como eles se articulam na formação identitária do Espiritismo (doutrina e movimento) dentro da obra de Kardec.

Esses estudos causaram alguma mudança em seu ponto de vista filosófico?
Parece-me impossível que um pesquisador não seja influenciado, e mesmo modificado, por seu objeto de pesquisa. Estudar a obra de Allan Kardec - que é um escritor do século XIX -  ajuda-me a compreender como, em plena idade da razão, o homem ainda é capaz de buscar respostas religiosas para os problemas fundamentais da vida e da morte. O Espiritismo, como outros movimentos espiritualistas do oitocentos, muitas vezes lança mão de uma suposta aproximação com o pensamento científico (Kardec afirma categoricamente que o Espiritismo é uma ciência que prova a existência do Espírito e sua sobrevivência após a morte biológica) na busca de legitimação de suas práticas e crenças.
O que mudou em mim? Conhecer a diversidade do pensamento religioso me ajudou a relativizar os posicionamentos dogmáticos dos quais eu mesmo já fui adepto. Sobretudo, ajudou-me a desconstruir a noção de que as religiões sejam algo de "sagrado". Para mim, hoje, toda e qualquer religião é meramente produto do nosso desejo de crer e esperar sempre pelo mellhor.

Quais os benefícios advindos dessa pesquisa?
O principal benefício de uma pesquisa é o conhecimento adquirido, a ampliação da compreensão do mundo e do senso crítico.

O que espera após a defesa e publicação de sua tese?
Bem, sou professor. Espero voltar à sala de aula. Mas, gostaria também de me dedicar à tradução de obras ainda não traduzidas. Meu primeiro projeto nesse sentido, seguindo a linha traçada pela tese, será a tradução da primeira edição de O Livro dos Espíritos (1857), obra capital do pensamento kardeciano, munida de um aparato crítico.

De que maneira interessados no assunto podem acompanhar seu trabalho?
Como eu disse anteriormente, sou um "habitué" da rede mundial de computadores (risos). Mas, a maneira mais fácil de encontrar referências a meu trabalho de pesquisa é através do blog que mantenho. Faço atualizações semanalmente (todas as terças-feiras, às 23h45m, tem postagem nova aparecendo). Além das postagens semanais os interessandos encontrarão links para meus trabalhos publicados, uma Bibliografia sobre Ciência da Religião e Filosofia, e várias outras informações sobre a área acadêmica em que atuo. Poderão, igualmente, encontrar meus links para as redes sociais. O blog se chama "Scientia Religionis" e o endereço é www.acdaraujo.blogspot.com


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Dia Nacional da Homeopatia

Christian Friedrich Samuel Hahnemann

Hahnemann, filho do pintor de porcelanas Christian Gottfried Hahnemann, foi o terceiro de quatro filhos do segundo casamento de seu pai, a quem considerava como seu "mestre", dada a coincidência de posições sobre a dignidade e moralidade que ambos partilhava.
Seu pai sempre tentou fazer com que o menino continuasse a profissão de pintor de porcelanas, mas o jovem Hahnemann resolveu-se pela sua forte inclinação intelectual. A sua insaciável procura por conhecimento tournou-o excelente aluno.
Hahnemann foi para Leipizig (Alemanha), estudar medicina, em 1775 e durante sua estadia,  fez muitas traduções de obras no domínio da medicina e química, o que permitiu estudar em pormenor estes campos.
Em 1777, Hahnemann segue para Viena (Áustria), onde frequenta a nova escola médica de Van Swieten, que tomava como importante a observação e ensino clínico junto do doente. Durante mais de seis meses Hahnemann acompanhou e observou as visitas do Dr. Joseph Quarin ao Hospital onde era médico responsável. Este médico melhorou as condições de diversos hospitais e aperfeiçoou a clínica médica.
Depois de seis meses em Viena, Hahnemann torna-se médico privado e bibliotecário do Governador de Transilvância (Romenia). Em 1779, vai para Erlangen (Alemanha), onde defende a sua tese de doutorado em medicina, seguindo depois para Dessau (Alemanha), onde conhece o farmacêutico Haeseler e a sua filha Henriette, com quem casou.
Na sala interior da farmácia do seu sogro inicia as suas experiências de química, ao mesmo tempo que mantém a atividade médica. Continuou o seu trabalho em traduções, às quais acrescentou sempre anotações pessoais, que o ajudaram a ficar conhecido na Alemanha. Trabalhou muito na pesquisa química, publicando diversos artigos em várias revistas de química e farmácia.
Quando estava traduzindo a obra "As leituras da Matéria Médica", de Cullen, Hahnemann escreveu uma anotação onde criticou a opinião do autor sobre os efeitos da quina no tratamento da malária, que dizia tratar pelo seu sabor amargo. Hahnemann escreveu que não se pode considerar que a quina cure a malária por ser amarga, mas por causar os efeitos semelhantes aos da malária se tomada por alguém saudável, o que ele experimentou. Isto dá origem ao primeiro enunciado do princípio da semelhança.
Hahnemann confirmou as suas descobertas no que diz respeito à chinchona, ao observar que os trabalhadores das fábricas de quinino sofriam do envenenamento da chinchona, que era semelhante à febre intermitente. Começou então a perceber que um remédio pode provocar as condições mórbidas de doença como curá-las, quando testado em voluntários humanos saudáveis. Mais tarde teve dois casos que ajudaram a essa sua teoria. Numa família com quatro crianças, três tiveram escarlatina e apenas uma, que tomava Belladona para a artrite, escapou à infecção. Numa outra família com oito crianças, três tinham escarlatina, e Hahnemann deu às outras cinco Belladona em doses muito baixas. Nenhuma das cinco crianças ficou doente.
A partir de1796, Hahnemann volta aos seus trabalhos de tradução, apurando a sua doutrina e publicando diversos artigos em jornais de medicina prática. Nestes artigos expunha os absurdos e erros da medicina ortodoxa, a que eles chamava Alopatia. Durante anos andou inconstante, mudando de casa diversas vezes em poucos anos. Os seus recursos vinham quase exclusivamente das suas traduções.
Em 1804, mantém-se em Torgau (Alemanha), por sete anos, praticando medicina regularmente, num longo período de estabilidade. Regressa depois a Leipizig e muda de casa mais duas vezes. Em Köthen (Alemanha),  exerceu prática médica regular, dando-lhe finalmente alguma estabilidade financeira, sendo então o período de maturidade da doutrina homeopática. Juntaram-se à ele diversos entusiastas da prática em conjunto, testaram várias drogas com todos os cuidados possíveis para eliminar o erro. Estes testes foram meticulosamente relatados, formando o núcleo da matéria médica homeopática, compilados na clássica Matéria Médica Pura(1811).
Durante alguns anos estudou diversas drogas e seus efeitos e aplicações, ficando com uma profunda compreensão da patogenesia de muitas substâncias poderosas, e utilizou-as como remédios. Nesta base cosntruiu a arte da prática homeopática. Devido a relatos incompletos ou inadequados dos toxicologistas, patologistas e clínicos, Hahnemann não teve opção senão testar os remédios e venenos em indivíduos saudáveis, que seriam ele, a sua família e amigos.
Em 1810, Hahnemann publicou a primeira edição do famoso ORGANON da medicina racional, que foi uma ampliação do seu trabalho "A medicina da experiência". Em vida publicou mais quatro edições, corrigidas e aumentadas em função das modificações da sua teoria, segundo a sua experiência. Passou a chamar-se "ORGANON A Arte de Curar", que rapidamente se tornou um clássico.

Benoît Jules Mure (Bento Mure)
Benoît Jules Mure é considerado um dos introdutores e grande incentivador da Homeopatia no Brasil, onde também é conhecido como Bento Mure.
Filho de ricos comerciantes de seda de Lyon (França), em 1883 foi acometido de tuberculose e salvo pelo médico homeopata Conde Sebastien Gaeten Salvador Maxime Des Guidi (1769 – 1863), discípulo de Samuel Hahnemann. 
Após a cura, dedicou-se ao estudo da Homeopatia, formando-se em Montpellier (França), uma escola de medicina de tradição vitalista. Teve contato com Hahnemann em Paris e com ele manteve correspondência.
Mure trabalhou intensamente na difusão da Homeopatia na Europa. 
Em Paris, fundou um dispensário, onde, com seus colaboradores, chegou a atender mais de mil pacientes por semana.
Aderiu ao movimento fourierista e decidiu vir para o Brasil a fim de implantar um projeto de colonização de acordo com o ideário do socialista francês François Marie Charles Fourier.
Chegou ao Brasil em 21 de novembro de 1840 e no ano seguinte tentou implantar um projeto no Falanstério do Saí. 
Após ter recebido licença do governo imperial e ter escolhido o local para a colônia, Mure partiu, em 22 de dezembro, com cem famílias, a bordo do navio Caroline para colonizar a península do Saí, na divisa do Paraná com Santa catarina, no encontro dos rios São Francisco e Rio Saí. Ali chegou a organizar a Escola Suplementar de Medicina e Instituto Homeopático de Saí, em 1842, destinado a ensinar a Homeopatia a médicos já diplomados.
Fracassado o seu projeto, transferiu-se para o Rio de Janeiro (RJ) em 1843, fundando aí o Instituto Homeopático do Brasil, do qual foi presidente até 1848. 


João Vicente Martins

Com João Vicente Martins, médico português naturalizado brasileiro, diplomado cirurgião pela Real escola de Cirurgia de Lisboa (Portugal), criou mais 26 locais de assistência ambulatorial no Rio de Janeiro, apesar de sofrer ataques da Academia Imperial de Medicina, que o acusava de charlatanismo. Na época, eram principalmente os médicos homeopatas que atendiam à população carente e aos escravos.
Em 13 de abril de 1848, Mure regressou à Europa. Casou-se com Sophie Lemaire, homeopata experiente e reconhecida. O casal viveu no Cairo (Egito), no Sudão (África) e depois em Gênova (Itália), onde abriu um ambulatório e também ensinava a prática da Homeopatia a leigos. Em 1854, durante uma epidemia de cólera na cidade, Sophie e Benoît dedicaram-se ao tratamento dos doentes com grande sucesso. Entretanto, o governo não reconheceu seus esforços e seus alunos foram processados por exercício ilegal da medicina. O casal decide então voltar para o Egito, onde Mure passou os últimos dois anos de sua vida, ainda dedicado ao ensino da Homeopatia para leigos. Ali faleceu, aos 48 anos, aparentemente em consequência dos ferimentos que recebera durante um atentado. Depois de sua morte, em 1858, Sophie permaneceu mais dois anos no Cairo, atendendo doentes, retornando à França em 1860.
(Fonte: Wikipédia)

Comemoremos o Dia Nacional da Homeopatia, saudando Hahnemann, 
Bento Mure e João Vicente Martins.

Nossa Homenagem!