sexta-feira, 11 de abril de 2014

Inverno Cultural 2014

Inverno Cultural 2012
O Campus Centro-Oeste Dona Lindu, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), sediou nesta sexta, 11 de abril, cerimônia de lançamento da 27ª edição de um dos maiores festivais de arte e cultura do país, o Inverno Cultural. O evento está agendado para as 11h, no auditório do campus, e contará com a presença da reitora da UFSJ, professora Valéria Kemp, do pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários, professor Paulo Caetano, coordenador geral do Festival, e do prefeito de Divinópolis, Vladmir Azavedo,  além de autoridades e parceiros locais. Na ocasião a reitora e o prefeito assinam termo de parceria para realização, pela segunda vez, do Inverno Cultural na cidade.

A participação de Divinópolis nesta edição do Inverno Cultural é resultado das diretrizes municipais de fomento à cultura, cujo objetivo é fortalecer a projeção do município no circuito estadual de festivais, um dos mais fecundos do país. Há 27 anos, o Inverno Cultural leva arte, cidadania e cultura, em todas as suas modalidades, a todas as cidades e regiões abrangidas pela UFSJ, que desenvolve um sólido trabalho extensionista desde sua fundação.

Todas as atividades previstas nas sete grandes áreas do festival – arte cênicas, música, literatura, artes plásticas, arte-educação, artes visuais e especiais – são realizadas em centros culturais, praças e demais espaços públicos das quatro cidades onde a UFSJ mantém seus campi. Todas gratuitas.
Tema

A edição 2014 do Inverno Cultural da UFSJ acontece no período de 19 de julho a 2 de agosto, quando suas atividades estarão voltadas para o eixo temático FUTEBOL, como fenômeno de massa, de aglutinação sociológica, de matéria de memória e de espetáculo midiático, concretizado na Copa do Mundo Fifa-Brasil.
Para o pró-reitor Paulo Caetano, a temática transcende a efeméride Copa do Mundo, para se debruçar sobre “diferentes abordagens e posicionamentos relevantes para as culturas contemporâneas, abrangendo o campo das artes, música, comunicação, ciências sociais, esportes, economia, políticas identitárias e das novas sociabilidades.”

A expectativa dos organizadores é trazer o esporte inventando pelos bretões, visceralmente transformado em arte nas terras tupiniquins, para a arena acadêmica, num esforço de integração de paixões semelhante ao empreendido pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, que abre suas concorridas conferências ao redor do mundo narrando os lances épicos que singularizam a história do futebol no Brasil, e para quem Pelé foi “disparado o melhor jogador de futebol de todos os tempos, pelo menos deste lado da Via Láctea.”
Opinião também compartilhada pelo professor José Miguel Wisnik que, em seu livro Veneno remédio: o futebol e o Brasil, credita sua “incurável tendência a ver sentido em tudo” ao fato de ter sido exposto, em seus anos de formação, à força e à beleza do futebol da Baixada Santista dos anos 50 e 60, como se aquilo fosse normal. A memória de Wisnik se pauta pela memória daquele jogo lúdico: “Num dia qualquer de 1957, vi numa gazeta esportiva a foto de um garoto que vinha se destacando no Santos. No ano seguinte, esse garoto se chamava Pelé e fazia parte da seleção brasileira, e a seleção brasileira, num domingo infinito que parece a própria final dos tempos, era campeã do mundo. Quando Pelé voltou para a Vila Belmiro – o pequeno estádio do Santos –, já se podia ouvir pelo rádio, no momento em que a bola chegava a ele, um alarido diferente na plateia, um clamor excitado e ansioso, uma marca de sagração.”
E o que dizer das crônicas imortais de Nelson Rodrigues, que ainda hoje inspiram gerações e gerações de cronistas esportivos a buscar definições para o inominável? É deste torcedor fanático do Fluminense a pérola: “A mais sórdida pelada é de uma complexidade shakespeariana.”

Como se bate um pênalti
Foi a lição que o craque Heleno de Freitas deixou nos gramados do Olympic Clube de Barbacena, onde se exilara para tratamento de terríveis crises nervosas. O ano era o de 1959, e a terapia da fulgurante estrela do Botafogo incluía sua presença nos treinos do time que disputava o campeonato regional da liga profissional. Heleno assistia a tudo impassível, até que a cera na cobrança de um pênalti sacudiu aquela letargia. O repórter Toninho Stefani registrou a cena:
“Heleno, rápido e sorrateiro, levantou-se, passou pelo portão do alambrado, entrou em campo esbravejando. Caminhou em direção à área onde havia sido cobrado o pênalti dizendo: “Vou ensinar como se bate um pênalti!” Enquanto todos o olhavam surpresos e incrédulos, Heleno apanhou a bola e foi colocá-la na marca do pênalti. A surpresa cortou qualquer tipo de reação dos enfermeiros e dos presentes. Heleno mandou que o goleiro tomasse posição. O silêncio caiu pesado sobre o campo. Afastou-se mais ou menos dois metros da bola. Eu olhava maravilhado. De repente, não era o Heleno gordo, desengonçado e sedado que estava ali em pé para bater o pênalti... era o Heleno garra, amor à camisa, cabelos englostorados e elegantemente uniformizado. Parecia cingido por tênue luz azulada. No peito uma Estrela Solitária completava o ornamento de seu corpo. Heleno correu com vagar em direção à bola. Chutou. O goleiro só olhou. A bola correu mansa e suavemente morreu no fundo da rede.
Senti o silêncio gritar extasiado. Somente Heleno se movia, caminhando de volta em direção aos enfermeiros e a seu mundo real. Não sei quem começou a bater palmas, mas todos acompanharam. E Heleno, com passos firmes, antes trôpegos, passou por mim, tão perto e tão rente, que eu vi as lágrimas que brotavam em seus olhos. Muitos outros olhos marejaram-se de furtivas lágrimas, inclusive os meus. Creio que até os deuses do futebol tenham se calado e chorado, arrependidos de terem tirado dos campos aquele outro deus dos estádios. Foram as últimas palmas que Heleno recebeu em sua vida. Morreria quinze dias depois, no hospital. Na hora de sua morte, Deus, o verdadeiro, era o único que segurava suas mãos.”
Como se analisa uma paixão? Como se vive catarse mais intensa? Como se normatiza a gratuidade descompromissada de uma partida de futebol “num mundo ostensiva, extensiva e intensivamente capitalizado”, como se indaga Wisnik? Que o 27º Inverno Cultural da UFSJ nos guie pelos gramados dessa cultura que nos define.

Mais informações: www.invernocultural.com.br

(Fonte: Assessoria de Comunicação UFSJ Campus Santo Antônio)

domingo, 30 de março de 2014

Maria Cininha



O Zeffiro Restaurante (SP), será palco de um belíssimo evento cultural e artístico. Trata-se da exposição "ForMaria - todas as formas que uma Maria pode tomar".

A exposição retratará "Marias" se encontrando no mundo das cores com as Surtones; Marias das nuvens com as Nefelibatas; das artes com a série Com Licença; da arte de Juan Miró; dos animais com a série Adote, dentre outros.

Design em papel feito no Estúdio Maria Cininha, as Marias se tornam a cada dia mais conhecidas e já alcançaram as redes através de comunicação visual com mensagens positivas

A vernissage acontecerá no charmoso casarão do final do século XIX, à rua Frei Caneca 669 - Consolação (SP) 

A belíssima arte em papel de Maria Cininha, poderá ser apreciada até o dia 5 de maio de 2014. 

Veja horários:

ForMaria - todas as formas que uma Maria pode tomar
No Zeffiro Restaurante Rotisseria
Rua Frei Caneca, 669 - Consolação, São Paulo
 

Horários para visitação:
 

De 2ª à 6ª das 12 às 15 horas e das 19 às 23 horas
Sábados, domingos e feriados, das 12 às 17:00 horas e das 19 às 23 horas
 

Telefone:(11) 3259-0932
 

http://www.zeffiro.com.br/

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Estúdio Maria Cininha 

Design em Papel  
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Livros 
Decoração Infantil Personalizada 
Produtos Exclusivos
contato@estudiomariacininha.com.br


quarta-feira, 26 de março de 2014

Casa de Música Ouro Branco em destaque

Casa de Música inicia programação cultural de 2014 com Festival de Violoncelos e concertos da Orquestra de Câmara de Ouro Branco 

Com direção artística de Matias de Oliveira Pinto, encontro reúne violoncelistas em Minas do dia 13 ao dia 19. Já a orquestra, com regência de Charles Roussin, se apresenta dia 5 em Ouro Branco e dia 6 em Ouro Preto

Abril será um período intenso para a Casa de Música de Ouro Branco. A programação do mês inclui concertos da Orquestra de Câmara (dias 5 e 6) e a primeira edição do Festival de Violoncelos (de 13 a 19). “Nossa intenção é cada vez mais promover atividades que unam o ensino musical e a difusão da música erudita no interior. O Festival de Violoncelos traz para Ouro Branco renomados profissionais, concertos diversos  e oficinas. Ou seja: envolve não só os alunos, mas também a comunidade”, afirma Kênia Libanio, coordenadora da Casa de Música.

Concerto da Orquestra de Câmara de Ouro Branco

Criada em 2001, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco é formada por cerca de 20 alunos das oficinas de instrumentos da Casa de Música. Desde então, vem realizando diversos concertos nas cidades da Estrada Real, sob regência de Charles Roussin.

Em abril, o grupo realiza duas apresentações com um repertório propício para o período da Quaresma. As peças escolhidas foram Concerto Grosso Op. 6, no. 9, de  Arcangelo Corelli, famoso violinista e compositor italiano do período barroco cuja escrita instrumental é admirada pelo refinamento harmônico. 

Em seguida, a orquestra executa Stabat Mater, do também italiano Giovanni Battista Pergolesi. A obra foi composta em 1736, nas últimas semanas de vida de Pergolesi. O hino chamado de Dolorosa medita sobre o sofrimento de Maria, a mãe de Jesus, durante a crucificação. Ele é cantado em honra à Nossa Senhora das Dores.

Os concertos serão realizados em cenários que tem tudo a ver com o período de composição das duas obras: o barroco. No dia 5 de abril, às 20h30, o grupo se apresenta na Matriz de Santo Antônio de Ouro Branco. Reaberto recentemente depois de passar por uma grande restauração, o monumento construído entre 1724 e 1779, teve mais de 90% dos elementos artísticos recuperados, inclusive a pintura do forro, atribuída ao mestre Manoel da Costa Ataíde. 

Já dia 6 de abril é a vez de Ouro Preto receber a Orquestra de Câmara de Ouro Branco, às 17h, na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, representante mais fiel da arquitetura religiosa genuinamente barroca em Minas. O modelo elíptico da planta é raridade no Brasil e foi difundido na Europa por Francesco Borromini. A igreja foi fundada pela irmandade de mesmo nome, que conciliava a convivência entre grupos africanos de todas as origens. As irmandades do Rosário dos Pretos foram as primeiras associações leigas a surgir nas Minas, muito frequentadas em face do grande contingente de escravos.

As entradas para os dois concertos são gratuitas.

A Casa de Música conta com patrocínio da Gerdau, Milplan e White Martins através das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura

Festival de Violoncelos de Ouro Branco

Uma iniciativa da Casa de Música, a primeira edição do evento será realizada de 13 a 19 de abril de 2014 e tem a direção artística do violoncelista Matias de Oliveira Pinto, idealizador do projeto. Pedagogo muito solicitado, é professor de violoncelo na Universidade das Artes de Berlim e na Faculdade de Música de Münster.  Matias de Oliveira Pinto realiza extensas tournées pelos EUA, vários países da América do Sul, toda a Europa, Ásia, Nova Zelândia e Austrália, apresentando-se também em importantes festivais.

A intenção do festival é reunir alunos de várias partes do Brasil e do exterior em um grande encontro de violoncelistas de níveis musicais distintos.

Estarão presentes: Fábio Presgrave, Kayami Satomi Farias, Márcio Carneiro, Peter Daulsberg, Abel Moraes, Cláudio Urgel, o grupo Udi Cellos, além das pianistas  Risa Adachi e Viviane Taliberti e da violinista holandesa Theodora Geraets, que participarão de concertos e também ministrarão master classes. São convidados os grupos Udi Cello Ensemble e Clara Klaviertrio.

O concerto de abertura será dia 13 de abril, domingo, às 20h, no auditório do Hotel Verdes Mares, onde se apresenta o trio formado por Theodora Geraets (violino), Matias de Oliveira Pinto (violoncelo) e Viviane Taliberti (piano). No repertório, obras de Wolfgan Amadeus Mozart, Edmundo Villani-Cortês e Felix Mendelssohn.

Já dia 14, segunda-feira, o público poderá apreciar, às 20h30, também no auditório do Hotel Verdes Mares, o Udi Cello Ensemble, que tem coordenação do violoncelista Kayami Satomi. Criado em 2009, o ensemble inclui em seu repertório obras nacionais e contemporâneas. Sua trajetória é marcada por parcerias com diversos músicos e artistas, como Júlio Medaglia, Dimitri Cervo, Martha Herr, Michael Vollhardt, Matias de Oliveira Pinto e o Corpo de Baile de Niterói.

O dia 15, terça-feira, será dedicado aos alunos premiados em concursos internacionais. Eles se apresentam no mesmo local, às 20h30. O concerto conta com a participação especial do violoncelista Márcio Carneiro e da pianista Risa Adachi. Carneiro é referência mundial na história do ensino e performance do violoncelo. Como solista,  apresenta-se com numerosas orquestras e em recitais por toda a Europa, Japão, Coreia e nas Américas. A crítica refere-se com particular relevo a beleza da sonoridade, perfeição técnica e a autenticidade do seu estilo.

No dia 16, quarta-feira, é a vez do Clara Klaviertrio se apresentar, às 20h30, no auditório do Hotel Verdes Mares.  O grupo é formado por Hyu-Kyung Jung (violino), Eduardo Swerts (violoncello) e Risa Adachi, (piano).

Os alunos do evento também participam dos concertos.  Dia 17, quinta-feira, o Emsemble de Violoncelos do festival se apresenta no Museu de Minas e do Metal, em Belo Horizonte, às 20h30, sob coordenação de Matias de Oliveira Pinto. No programa, obras de Haendel, Wagner, Villa-Lobos, Guerra Peixe e Tchaikovsky.

Dia 18, sexta-feira, no auditório do Hotel Verdes Mares, às 20h30, os professores Kayami Satomi, Fábio Presgrave, Matias de Oliveira Pinto e Risa Adachi se reúnem em uma apresentação que terá composições de Ginastera, Brahmas, Villa Lobos e David Popper.

O concerto de encerramento do Festival de Violoncelos será dia 19, sábado, às 20h30, na igreja Matriz de Santo Antônio de Ouro Branco. O repertório escolhido inclui obras de Haendel, Wagner, Villa-Lobos, Guerra Peixe e Tchaikovsky

Atividades

Além da intensa programação de concertos, o Festival de Violoncelos oferece oficinas, master classes e palestras.

Os alunos poderão se inscrever nas seguintes aulas: Música de Câmara (Peter Daulsberg); Técnica (Matias de Oliveira Pinto); Masterclass  de violoncelo (Márcio Carneiro, Kayami Satomi e Matias de Oliveira Pinto), violino (Theodora Geraets) e  piano (Viviane Taliberti).

O festival promove ainda as palestras “Um diálogo entre os dedos e coração: técnica e compreensão musical na aprendizagem do violoncelo”, com Abel Moraes e “Performance dos Sons Harmônicos no Violoncelo”, com Cláudio Urgel.

Todos os concertos do Festival de Violoncelos de Ouro Branco tem entrada gratuita. Mais informações no site www.casademusica.org

O Festival de Violoncelos conta com patrocínio da Gerdau, Milplan e White Martins através das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura, apoio do Programa de Intercâmbio do Música Minas, do Museu de Minas e do Metal e dos voluntários da Gerdau.

Cellos - Foto: Liliane e Martinha

 PROGRAMAÇAO COMPLETA DO MES DE ABRIL

Orquestra de Câmara de Ouro Branco
Regência: Charles Roussin

Data: 5 de abril
Local: Igreja Matriz de Santo Antônio- Ouro Branco (Praça Santa Cruz, s/n, Centro, Ouro Branco)
Horário: 20h30

Data: 6 de abril
Local: Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (Largo do Rosário, s/n, Rosário, Ouro Preto)
Horário: 17h

Programa:

·     A. Corelli: Concerto Grosso Op. 6, no. 9
·     G. B. Pergolesi: Stabat Mater

Entrada franca


Festival de Violoncelos de Ouro Branco
Data: de 13 a 19 de abril


Dia 13, domingo
Horário: 20h
Local: Auditório do Hotel Verdes Mares (Rua Santo Antônio, 115, Ouro Branco)

Concerto de abertura – Trio: Theodora Geraets- violino, Matias de Oliveira Pinto- violoncelo e Viviane Taliberti - piano
Programa:

W.A.MOZART - Trio em SIbM para violino, violoncelo e piano KV 502.
                         - Allegro
                         - Larghetto
                         - Allegretto

E. VILLANI-CÔRTES - Cinco Miniaturas Brasileiras para violino, violoncelo e piano
                                  - Prelúdio
                                  - Toada
                                  - Chorinho
                                  - Cantiga de Ninar
                                  - Baião

F. MENDELSSHON - Trio nº 1 op. 49 violino, violoncelo e piano
                                 - Molto Allegro ed agitato
                                 - Andante con moto tranquillo
                                 - Leggiero e vivace
                                 - Allegro assai apassionato


Dia14, segunda-feira
Horário: 20h30
Local: Auditório do Hotel Verdes Mares (Rua Santo Antônio, 115, Ouro Branco)

Concerto do Udi Cello Ensemble - coordenação Kayami Satomi

Programa:

CERVO, Dimitri ‐ Abertura Brasil 2012

VILLA‐LOBOS, Heitor ‐ Bachianas No 1
I. Introdução (Embolada)
II. Prelúdio (Modinha)
III. Fuga (Conversa)

PITOMBEIRA, Liduino – Tango

SATOMI, Alice Lumi ‐ Rapsódia da Caboclonagem
I. “Capoeira”

GUERRA‐PEIXE, César – Mourão

MADUREIRA, Antonio ‐ Dobrado

Dia 15, terça-feira
Horário: 20h30
Local: Auditório do Hotel Verdes Mares (Rua Santo Antônio, 115, Ouro Branco)

Concerto de Alunos premiados em concursos internacionais
Participação especial: Violoncelista Márcio Carneiro
Pianista convidada: Risa Adachi
Programa a definir

Dia 16, quarta-feira
Horário: 20h30
Local:  Auditório do Hotel Verdes Mares (Rua Santo Antônio, 115, Ouro Branco)

Clara Klaviertrio: Hyu-Kyung Jung (violin), Eduardo Swerts (violoncello) e Risa Adachi(piano)

Programa
J. Haydn (1732-1809): Trio em Sol maior Hob.XV:25 'Gypsy'
S. Rachmaninov (1873-1943): Trio élégiaque No. 1

Dia 17, quinta-feira
Horário: 20h30
Local: Museu de Minas e do Metal (Praça da Liberdade, s/n, Belo Horizonte)

Ensemble de Violoncelos do Festival- coordenação Matias de Oliveira Pinto
Programa:
Obras de Haendel, Wagner, Villa-Lobos, Guerra Peixe e Tchaikovsky

Dia 18, sexta-feira
Horário: 20h30
Local: Auditório do Hotel Verdes Mares (Rua Santo Antônio, 115, Ouro Branco)

Concerto dos professores: Kayami Satomi, Fábio Presgrave, Matias de Oliveira Pinto e Risa Adachi
Programa:
Obras de Ginastera, Brahmas, Villa Lobos e Requiem de Popper

Dia 19, sábado
Horário: 20h30
Local: Igreja Matriz de Santo Antônio (Praça Santa Cruz, s/n, Centro, Ouro Branco)

Concerto de Encerramento do Festival de Violoncelos de Ouro Branco
Programa: obras de Haendel, Wagner, Villa-Lobos, Guerra Peixe e Tchaikovsky

Oficinas, ensaios, masterclasses e palestras

Professores e músicos  convidados:
Violoncelo: Abel Moraes, Cláudio Urgel, Eduardo Swerts, Fábio Presgrave, Kayami Satomi, Márcio Carneiro, Matias de Oliveira Pinto e Peter Daulsberg
Violino: Hyu-Kyung Jung.Theodora Geraets
Piano: Risa Adachi, e Viviane Taliberti.

Grupo Convidado:
Udi Cello Ensemble
Clara Klaviertrio

Programação das atividades

Dia 14, segunda- feira

Masterclass:  das 9h às 13h Theodora Geraets (violino)
                                    das 15h às 18h- Viviane Taliberti ( piano)

Música de Câmara: Prof.Peter Daulsberg- As aulas acontecerão de 14 a 18 e os horários serão marcados posteriormente;

Das 9h às 10h - Aula de técnica- Professor Matias de Oliveira Pinto
Das 10h às 12h - Palestra: Abel Moraes –
Tema: “Um diálogo entre os dedos e coração: técnica e compreensão musical na aprendizagem do violoncelo”
Das 12h às 13h- aulas individuais
Das 15h às 17h -  Masterclass – Fábio Presgrave
Das 17h às 19h - Ensaio Ensemble do Festival

Dia 15, terça-feira
Das 9h às 10h - Aula de técnica- Professor Matias de Oliveira Pinto
Das 10h às 13h - Masterclass – Márcio Carneiro
Das 15h às 17h – Aulas com os professores e ensaio com Peter Daulsberg
Das 17h às 19h – Ensaio Ensemble do Festival

Dia 16, quarta-feira
Das 9h às 10h- Aula de técnica- Professor Matias de Oliveira Pinto
Das 10h às 12h - Palestra: Cláudio Urgel
Tema: “Performance dos Sons Harmônicos no Violoncelo”
Das 12h às 13h - aulas individuais
Das 15h às 17h -  Masterclass – Kayami Satomi
Das 17h às 19h- Ensaio Ensemble do Festival

Dia 17, quinta-feira
Das 9h às 10h- Aula de técnica- Professor Matias de Oliveira Pinto
Das 10h às 13h– Ensaio do Ensemble para o Concerto de BH
Das 15h às 17h – Aulas com os professores e ensaio com Peter Daulsberg

Dia 18, sexta-feira
Manhã livre
Das 15h às 18h -  Ensaio com o Prof. Peter Daulsberg

Dia 19, sábado
Das 9h às 10h - Aula de técnica- Professor Matias de Oliveira Pinto
Das 10h às 13h – Masterclass – Matias de Oliveira Pinto
Das 15h às 17h – Ensaio geral

(Fonte: Assessoria de Imprensa da Casa de Música de Ouro Branco)

terça-feira, 11 de março de 2014

Quarta Sunset

Ensolarar a vida
Ensolarar o tempo
Nada de temores
Jogar ao vento os rumores tensos
Atrair bênçãos
Atrair amores

Uma quarta iluminada pelo Sol

segunda-feira, 10 de março de 2014

Recomeçar... já é segunda

Segunda... dia de vai, de vem...
Dia de acertar os pontos... de olhar no espelho,  enxergar o óbvio...
Dia de amores perfeitos...
De guitarras loucas e sons de pianos... dia de calma...
Mundo interior sereno...
Mundo exterior, guitarra...
Pensar nos planos, nas mãos e nas cores...
Escutar a alma...
Se desmanchar e refazer projetos...
Perceber o barco, o seu barco... e colocar as mãos no leme...
É segunda, dia de olhar para a frente...